A Sony Pictures acaba de dar o primeiro passo oficial para tentar, mais uma vez, redimir uma das franquias mais icônicas dos videogames no cinema. O estúdio divulgou o trailer oficial do novo reboot de Resident Evil, que promete abandonar as fórmulas genéricas de ação para abraçar o terror absoluto. A grande aposta desta versão reside na direção de Zach Cregger, cineasta que se tornou o novo queridinho do gênero após os sucessos de crítica e público Noites Brutais e A Hora do Mal. Com uma estética que evoca o isolamento e o pânico dos títulos originais da Capcom, o longa busca capturar o verdadeiro “espírito” que os fãs sentem falta nas telonas.
Diferente das adaptações anteriores que tentaram replicar fielmente as tramas dos jogos, esta reinvenção aposta em uma história original para expandir o universo de Raccoon City. O enredo acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams (Euphoria), um mensageiro médico que se vê preso em uma corrida frenética pela vida. A narrativa se concentra em uma única noite fatídica, onde o caos urbano desmorona sob uma ameaça aterrorizante, forçando o protagonista a sobreviver em meio a um cenário de desolação e perigo constante.
Este projeto marca a segunda tentativa de reboot da marca em menos de uma década, vindo após o divisivo Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City de 2021 e a série da Netflix que foi duramente criticada pela comunidade. A escolha de Cregger sinaliza uma mudança de tom drástica, priorizando o suspense psicológico e o horror visceral em detrimento de pirotecnias exageradas. Para os entusiastas da saga da Capcom, a expectativa é que o filme finalmente entregue a tensão claustrofóbica que define a franquia nos consoles.
Produzido sob o selo da Sony Pictures, o novo Resident Evil já tem data marcada para aterrorizar o público. O filme chega exclusivamente aos cinemas no dia 17 de setembro de 2026, posicionando-se como um dos grandes lançamentos de horror do ano. Com um trailer que já gera discussões intensas sobre o futuro dos Deadites e zumbis no cinema, resta saber se o toque de Zach Cregger será a peça que faltava para quebrar a “maldição” das adaptações da franquia.

