Depois dos casos de O. J. Simpson e de Gianni Versace, a série American Crime Story já tem as duas próximas temporadas em desenvolvimento: uma com foco no furacão Katrina e outra no escândalo sexual de Bill Gates e Monica Lewinsky. Porém, sabendo o quanto de crimes inacreditáveis já aconteceram nos EUA, ACS dispõe de muito material possível de ser transformado em série. Confira nossa lista com os 5 crimes que dariam bons roteiros para American Crime Story.

Na manhã do dia 1 de agosto de 1966, o estudante de engenharia e ex-marine, Charles Joseph Whitman (25), matou sua mulher e sua mãe nas suas casas. Horas depois, levou um grande número de armas para o campus da Universidade do Texas, na cidade de Austin, subiu no alto da Torre do Relógio no centro da instituição e se manteve atirando por aproximadamente 95 minutos. Levou algum tempo até que quem circulava pelo campus percebesse de onde os tiros vinham. Ele matou 14 pessoas e feriu 32. O assassino morreu com um tiro vindo dos policiais de Austin, que conseguiram invadir a torre.

No dia 20 de abril de 1999, os estudantes Eric Harris (18) e Dylan Klebold (17), vestidos com longas capas e portando armas, granadas e bombas, abriram fogo no Instituto Columbine, no Colorado. Eles mataram 12 colegas, um professor e se suicidaram logo em seguida. Após investigações, a polícia chegou à conclusão que os assassinos pretendiam ficar imortalizados pela fama de terem matado o maior número de pessoas nos EUA. Os explosivos foram colocados nas instalações da escola e nos automóveis próximos, e caso houvessem sido detonados, a estimativa é que mais de 600 pessoas teriam morrido.

Em 1957, na cidade de Sycamore, região rica de Illinois nos EUA, Maria Ridulph de 7 anos desapareceu. Testemunhas relataram que um estranho que se apresentou como “Johnny”, carregou a menina e pareceu brincar com ela. Maria foi dada como desparecida e foi encontrada morta cinco meses depois: ela havia sido sufocada com um fio e esfaqueada seguidas vezes. O caso, no entanto, só seria resolvido 55 anos depois, em 2012. Em seu leito de morte, a mãe do assassino contou que o filho, Johnny McCullough, um dos suspeitos, havia mentido sobre seu álibi.

Selena Quintanilla-Pérez foi uma famosa cantora de pop latino de ascendência mexicana, nascida no Texas. Em 31 de março de 1995, Yolanda Saldívar, amiga, administradora e presidenta do fã clube de Selena, atirou contra as costas da cantora em um quarto de motel. Ambas se conheciam há alguns anos, mas nos meses antes do crime, Selena e Yolanda começaram a entrar em desacordos e, momentos antes do assassinato, a cantora havia cortado as relações trabalhistas com Yolanda. Mesmo ferida, Selena ainda conseguiu pedir ajuda e foi socorrida pelos trabalhadores do motel, mas faleceu logo depois no hospital, no inicio da tarde.

Criador de um grupo que cometia inúmeros assassinatos por ele nos EUA, Charles Manson se tornou símbolo do poder da influência. No dia 8 de agosto de 1969, ele ordenou um massacre em Bel Air, em Los Angeles, onde matou a atriz Sharon Tate, grávida de oito meses e esposa do roteirista Roman Polanski, além de assassinar outras quatro pessoas. Em seu julgamento, Manson negou ter participado de qualquer crime. Porém, o promotor, Vincent Bugliosi, conseguiu convencer o júri popular que Charles Manson tinha o ‘poder’ de influenciar jovens a matar. Ele foi condenado à prisão perpetua em 1971, pena que cumpriu até novembro de 2017, quando morreu.

E por falar em crimes… A Netflix pergunta: você sabe quem matou Jonbenét Ramsey?